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quarta-feira, 6 de julho de 2011

O Grito Krajcber, mais uma estreia para convidados!


O artista e ativista Frans Krajscberg inspirou a produção de um documentário que, em breve, ganhará as telas de cinema do país. “O Grito Krajcberg” é o resultado da pesquisa, paixão, coragem e persistência da jornalista baiana Renata Rocha, que estreia no mercado cinematográfico com a obra inédita. A proposta do filme é ser o eco dos gritos de Krajcberg em prol da natureza e do meio ambiente.
O artista escolheu o Brasil para viver; especialmente Nova Viçosa, cidade baiana, o que aproximou o protagonista da jovem diretora, que foi convidada a visitar sua residência (o Sítio Natura) através de um professor, o filósofo José Antônio Saja, a quem confidenciou seu desejo. E foi em Salvador a primeira exibição do documentário, uma produção independente que está em fase de finalização e captação, em van premier, no dia 8 de abril, durante as comemorações dos 90 anos de Krajcberg. Outra pré-estreia está agendada para 7 de julho, também na capital baiana. Em São Paulo está prevista uma pré-estreia em novembro, no encerramento da exposição do artista, “Krajcberg – O Homem e a Natureza”, no Museu Afro Brasileiro, na Av. Pedro Alvares Cabral, Parque Ibirapuera.
Engajada com a problemática ambiental, Renata Rocha conta que a ideia de fazer o filme surgiu quando ainda era estudante e já na sua primeira visita ao artista, começou a fazer filmagens.  “Krajcberg não surgiu em minha vida por acaso, eu nasci outra vez”, explica a documentarista, que atuou no filme ao lado de outros profissionais reconhecidos do mercado baiano; entre eles, o cineasta José Francisco Serafim, que é seu co-autor no roteiro e na montagem; a editora Gilvânia Araújo; o diretor de arte Gerson Lemos; o diretor de fotografia, Kleyton Cintra, entre outros.

O FILME - Narrado pela cantora Maria Bethânia, a obra traz experiências de vida e depoimentos que ilustram a trajetória de Krajcberg. Com duração de 70 minutos, mergulha na história e nas visões do artista através de fotografias, depoimentos, testemunhos, registros de sua obra. Entre os nomes que testemunham sobre o artista estão os atores Chistiane Torloni e Victor Fasano, o governador do Estado da Bahia, Jaques Wagner; os artistas Emanoel Araujo, Justino Marinho, Anna Letycia, Carlos Vergara entre outros.
“O Grito Krajcberg é também o meu grito, um grito de independência, de liberdade. É o meu grito mais alto”, diz Renata Rocha ao se referir à ‘ousadia’ de estrear oficialmente no cinema nacional com uma produção independente. “Fazer uma produção independente não é fácil, principalmente quando existe um mercado que oferece poucas oportunidades para quem está iniciando a carreira. Muitos talentos estão surgindo, mas, infelizmente, poucos conseguem despontar no cenário da sétima arte”, completa. O documentário contou com o patrocínio do estaleiro Mac Laren Oil, além do apoio da Biscoito Fino, Governo do Estado da Bahia, IRDEB, Suzano Papel e Celulose, Prefeitura Municipal de Nova Viçosa, Pousada Cheiro Mar, Marta Góes Eventos e Rede Bahia. Inicia percurso por festivais nacionais e internacionais de cinema e depois, entra em exibição nas salas de arte do país. Uma pré-estreia no Rio de Janeiro também faz parte da agenda de lançamento.

KRAJCBERG - Frans Krajcberg é artista plástico naturalizado brasileiro e reconhecido mundialmente pela força de sua obra; acumula vários títulos, honrarias e prêmios por sua postura ética e humanística diante dos problemas socioambientais. Correu o mundo debatendo os sérios problemas que ameaçam a saúde do planeta, além de realizar centenas de exposições. A sua trajetória mostra a riqueza de um ativista que construiu uma história de vida única. Desde as suas experiências ao servir ao exército soviético durante a Segunda Guerra Mundial, época em que perdeu toda a família nos campos de concentração nazista, até chegar ao Brasil, em 1948, onde chegou a passar fome e dormir nas praças públicas do Rio de Janeiro.

RENATA ROCHA - produtora, pesquisadora, escritora e jornalista. É autora da biografia intitulada “A Pluralidade de Sérgio Mattos”, uma obra mais direcionada para a academia que aborda a importância de se resgatar a memória da comunicação brasileira destacando o perfil profissional do jornalista e também escritor Sérgio Mattos.  Além da produção e direção do documentário intitulado “O Grito Krajcberg”, a escritora organiza o livro do filme. Atualmente está dirigindo o longa-metragem “Emanoel Sem Fronteiras” uma biografia do artista plástico baiano Emanoel Araujo. 

FICHA TÉCNICA E OUTRAS INFORMAÇÕES SOBRE O FILME NO BLOG HTTP://OGRITOKRAJCBERG.BLOGSPOT.COM.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

No tom do Tom

Após quatro anos longe dos palcos paulistanos, Tom Cavalcante volta a São Paulo para estrear seu novo show "No tom do Tom". O espetáculo soma ao humor e talento do artista uma inédita produção musical em apresentações desse gênero.



Foto: reprodução

Na apresentação, não vão faltar também as hilariantes imitações de Tom de personalidades políticas e da televisão, assim como os personagens criados pelo próprio, como o bêbado João Canabrava, a doméstica petulante Jarilene e o velho Venâncio.

Além das piadas, cinco músicos acompanham Tom cantando ao vivo suas ótimas imitações de grandes nomes como Caetano Veloso, Maria Betânia, Fagner, Fábio Jr., Julio Iglesias, além do próprio Roberto, entre outras surpresas.

INFORMAÇÕES

Horário: Qua. e Qui.: 21h30.

Temporada: 2, 8, 15, 22 e 29 de Junho de 2011

Ingresso Online: www.ticketsforfun.com.br

• Local: Citibank Hall

• Endereço: Av. dos Jamaris, 213 - Moema - São Paulo - SP

• Lotação: 1710 pessoas

• Preço:

R$50 a R$150

Emoções no Museu Afro Brasil!

Visitar São Paulo sem conhecer o Museu Afro Brasil não existe. Acho que todo brasileiro deve conhecer o Afro Brasil, um espaço que guarda nossa história, imagem e semelhança emoldurada e distribuida num universo de instalações revelando olhares de inúmeros artistas, criadores e personagens que contribuíram e contribuem para dignificar a história do negro neste país.

Não tem um lugar que a gente olhe que não encontre uma obra, simbolo ou um registro da nossa história. Onde observamos, nos encontramos – assim deveria ser em nossa vida! O cotidiano nos prega muito isso, no Afro é impossível não entender, está alí, somos nós brasileiros e baianos nos encontrando frente a frente com nossas origens.

Foto: reprodução

Confesso que fiquei emocionada com um espaço dedicado a Mão Olga do Alaketu, iyalorixá do Terreiro Ile Mariolaje em Salvador. Um momento lindo e único, cheguei a sentir a presença e proteção dela. Conhecia muito pouco de mãe Olga, mas foi tão real, ela sabe quem sou eu, agora eu sei e sinto quem é ela... O Afro tem dessas coisas!

Fui profundamento tocada por aquele contexto e ao mesmo tempo reflexiva, imaginando o tamanho da minha responsabilidade ao ilustrar a história do idealizador do museu, Emanoel Araujo. Para o orgulho de nós brasileiros e principalmente baianos, o mesmo gênio responsável pela renascimento da Pinacoteca do Estado de São Paulo.

Tem duas exposições de fotografias bellíssimas, “Mulheres Negras da Irmandae da Boa Morte de Cachoeira” com fotografias de Pierre Verger e Adenor Gondim e a mostra “Hereros Angola” de Sérgio Guerra. Imperdíveis!

Visitem o Museu Afro Brasil no Parque Ibirapuera...

terça-feira, 24 de maio de 2011

I ENCONTRO AFRO ATLÂNTICO

O I Encontro Afro Atlântico na Perspectiva dos Museus (de 24 a 27 de maio), organizado pelo Museu Afro Brasil, terá TRANSMISSÃO AO VIVO para o Brasil e para o exterior pelo Fórum Permanente.




O Museu Afro Brasil organiza o I Encontro Afro Atlântico na Perspectiva dos Museus.
O evento visa aprofundar o diálogo a respeito das formas como os museus representam o continente africano por meio de suas elaborações conceituais-curatoriais. As diversas possibilidades de interpretar a arte africana tradicional e contemporânea e sua inserção em museus nacionais e internacionais serão debatidas a partir dos temas indicados.


ABERTURA DA EXPOSIÇÃO
Mulheres Negras da Irmandade da Boa Morte de Cachoeira
Fotografias de Pierre Verger e Adenor Gondim. 24 de maio de 2011, 20h.


HEREROS ANGOLA DE SÉRGIO GUERRA
de 12 de maio a 24 de julho
Fotografias de Sérgio Guerra destacam o modo de vida e as tradições do mítico povo africano. A projeção de mulher herero recebe visitantes da exposição.

Fotografia: Sérgio Guerra

Pouquíssimas pessoas conhecem tão bem Angola quanto o fotógrafo pernambucano Sérgio Guerra. Responsável pela comunicação do governo angolano, há quase 15 anos ele vive na ponte-aérea Salvador-Luanda. Daí nasceu uma relação de amor profundo com o país africano, dando origem a um dos mais completos registros fotográficos das 18 províncias angolanas e de suas populações, o que resultou em cinco livros. O mais recente, Hereros, é aquele no qual Guerra aprofunda seu olhar sobre a cultura daquele país e a matéria prima para a grande e inédita exposição ‘Hereros Angola’, com cerca de 100 fotos selecionadas pelo artista plástico e curador Emanoel Araujo.
Quem visitar a exposição, se surpreenderá ao encontrar a projeção de uma mulher herero, do grupo Muhakona, recepcionando os visitantes. A intenção é garantir a interação com o ambiente da exposição. O inusitado desta tecnologia, conhecida como vikuit, é que além de projetar a imagem para fora da tela, ainda é possível o contato com a sonoridade da língua nativa. 

O autor -  Fotógrafo, publicitário e produtor cultural, Sérgio Guerra nasceu em Recife, morou em São Paulo e no Rio de Janeiro, até se fixar na Bahia nos anos 80. A partir de 1998, passou a viver entre Salvador, Rio de Janeiro e Luanda, onde desenvolve um programa de comunicação para o Governo de Angola. Em suas constantes viagens pelo país, testemunha momentos decisivos da luta pela paz e reconstrução, constituindo um dos mais completos registros fotográficos das 18 províncias angolanas.


Mais detalhes no site: http://www.museuafrobrasil.org.br 

PARALIZAÇÃO DA BR 101

Não há palavras que possam descrever o sentimento que nos invade em momentos como o que estão relatados no vídeo. O movimento a favor da vida, a favor do próximo, enaltecendo a DIGNIDADE, A IGULADADE, A LIBERDADE E A JUSTIÇA não tem preço, e sempre valerá o sacrifício. Atitudes assim nos motiva a estar totalmente entregue a luta por dias melhores. Queira poder ser 1000 para estar em todos os movimentos pacíficos pela emacipação do ser humano desse vício canceroso que é a omissão corrompida pela vaidade, pelo egoísmo e pela hipocrisia.


SAUDAÇÕES AOS

JUSTICEIROS DA ORDEM

E

JUBARTES

Fotos: divulgação

"NÃO HÁ NADA MAIS HUMANO QUE A HUMANIDADE, DE RESPEITAR OS DIREITOS DO OUTRO." (LIU ONAWALE COSTA)


"NÃO SOMOS SERES HUMANOS PASSANDO POR UMA EXPERIÊNCIA ESPIRITUAL... SOMOS SERES ESPIRITUAIS PASSANDO POR UMA EXPERIÊNCIA HUMANA..."


Celular: (73) 9986-0115






quarta-feira, 27 de abril de 2011

Igrejinha da Pampulha

Comecei o dia muito bem e iluminada por São Francisco de Assim e aproveitei a oportunidade para fotografar as flores do jardim que contribuem para deixar o cenário ainda mais exuberante no entrono da Igrejinha da Pampulha, um dos locais mais visitados em Belo Horizonte.

A Igreja São Francisco de Assis projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer em parceria com Joaquim Cardozo que foi responsável pelo cálculo estrutural. A obra é simplismente linda e digna do santo, mundialmente conhecido como o patrono dos animais e da natureza. O Conjunto Arquitetônico da Pampulha é uma luz com o traço de Oscar, 14 painéis Cândido Portinari, painel figurativo de Paulo Werneck, baixos-relevos em bronze do batistério de Alfredo Ceschiatti e os Jardins assinados por Burle Marx. Fico por aqui e prometo manter todos antenados!

Fotos: Renata Rocha

Oração de São Francisco de Assis

Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor,
Onde houver ofensa , que eu leve o perdão,
Onde houver discórdia, que eu leve a união,
Onde houver dúvida, que eu leve a fé,
Onde houver erro, que eu leve a verdade,
Onde houver desespero, que eu leve a esperança,
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria,
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, fazei que eu procure mais
consolar que ser consolado;
compreender que ser compreendido,
amar, que ser amado.
Pois é dando que se recebe
é perdoando que se é perdoado
e é morrendo que se nasce para a vida eterna...














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A arte e a beleza exuberante da natureza em Inhotim

Tive o privilégio de visitar o Centro de Arte Contemporânea Inhotim, fundado em 2002, um projeto idealizado pelo empresário Bernardo Paz no anos 80 e projetado pelo paisagista Roberto Burle Marx situado na cidade de Brumadinho em Minas Gerais, um espaço cultural no meio de uma mata de 400 hectares preservados com inúmeros jardins, considerado um dos maiores jardins botânicos do Brasil com 1.200 hectares de área no total, um dos maiores museus a céu aberto da América Latina. Está localizado a 60 KM de Belo Horizonte e atrai olhares do mundo inteiro. Um dia inteiro não foi o suficiente para conhecer e visitar todas as exposições, mas posso garantir que foi o suficiente para me envolver e me preencher de vitalidade e conhecimento vivenciando cada instante de contato com as instalações distribuídas em harmonia na natureza apaixonante. Em breve prometo uma entrevista exclusiva com Bernardo Paz para falar um pouco mais sobre a iniciativa.

Bom, não podia perder a oportunidade de fotografar para mostrar para vocês os detalhes do passeio. E assim que tiverem oportunidade embarquem nessa viagem maravilhosa para Inhotim.

Fotos: Renata Rocha













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