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terça-feira, 8 de maio de 2012

O Olhar Cotidiano de Justino Marinho



A Caixa Cultural apresenta ao público no dia 22 de maio a exposição “O Olhar Cotidiano de Justino Marinho”, uma exposição que promete


Foto: Adenor Gondim 
 
A mostra reúne 34 obras do artista visual, curador e crítico de arte Justino Marinho, que depois de 6  anos sem expor na Bahia, vai surpreender os visitantes com trabalhos que começou a criar em 1992, época que fazia parte da equipe de implantação dos Salões Regionais de Artes Plásticas da Bahia e atuava como curador. “Esta exposição começou a ser construída de forma despretensiosa e não intencional”, completa. 
Justino Nasceu em Salvador, Bahia. É um dos artistas que muito contribuiu para difundir os novos artistas baianos e continua colaborando com os talentos que vem surgindo em suas andanças pelo Brasil. Realizou exposições no Brasil e no exterior, recebeu prêmios nacionais e internacionais, entre eles “XX Prêmio Internacional de Dibuix Joan Miró”, na Fundação Joan Miró, em Barcelona na Espanha.
Não se trata de uma retrospectiva nem de uma mostra linear, seguindo um determinado caminho teórico, sobre um assunto pré-estabelecido. A mostra traz releituras de imagens que chamaram a atenção do artista em determinados momentos. Exemplos como desenhos em muros, manchas em paredes, figuras publicadas em revistas e jornais ou apenas a união de cores e traços gestuais foram fragmentos inspiraram Justino que presenteia o público com seus desenhos (técnica mista) e Pinturas, resultados de um olhar que mergulhou nos pequenos detalhes doa cotidiano. São exercícios de combinações de imagens, de imagens justapostas, refletidas, invertidas, misturadas dentre outras.
As obras mais recentes foram criadas com superposições de imagens, transparências e recortes, fazem parte de um caminho que certamente terá um desdobramento, alcançando maiores dimensões e soluções diversas. Para Justino Marinho, trata-se de um resultado satisfatório treinado nos bons tempos que realizou com outros artistas, oficinas em inúmeras cidades do interior, na periferia de Salvador e no Museu de Arte Moderna da Bahia, estas últimas para professores de arte educação.
“De alguns riscos na porta do elevador de um prédio residencial, fiz um dos meus cotidianos. De uma antiga foto de halterofilista, tirada em uma cela da velha cadeia na cidade de Tiradentes, em Minas Gerais, fiz outro e assim por diante. É claro que em cada cotidiano existe espaço para que cada um possa fazer a sua interpretação ou sua própria viagem”. Relata o artista. 

Serviço:
Local: Caixa Cultural (Rua Carlos Gomes, 57, Centro). Tel: (71) 3421-4200
Abertura: 22 de maio, das 19 às 22h
Temporada: De 22/05 a 8/07 
Visitação: De terça
a domingo das 9 às 18h


Fotos: Adenor Gondim 















quinta-feira, 26 de abril de 2012

Um ano do Alô Alô Bahia no Club Ego!


Contagem regressiva para a grande balada do ano, o aniversário do site Alô Alô Bahia, um olhar atento sobre as curiosidades e últimos acontecimentos marcantes da capital baiana.  A primeira sexta-feira de maio, dia 04 já tem destino certo na agenda das figuras mais bacanas e antenadas da cidade.

O motivo é que o publicitário e empreendedor Rafael Freitas vai comemorar o primeiro aniversário de seu site, Alô Alô Bahia, com uma balada dançante no Club Ego. A grande sacada do publicitário foi convocar alguns importantes nomes da sociedade baiana como embaixadores do evento: Carlos Rodeiro, Kiko Silva, Carol Lisboa, Pedro Valente, Priscila Mendonça, Rodrigo Palhares e Isabella e Marcela Brandalize ficaram responsáveis por organizar a lista de convidados. Promete ferver!

Foto: André Carvalho. 


terça-feira, 17 de abril de 2012

O Imaginário do Rei

Para celebrar o centenário do sanfoneiro Luiz Gonzaga, será aberta, no dia 24 de abril (terça-feira), às 19 horas, no Palacete das Artes Rodin Bahia, a exposição “O Imaginário do Rei”, com obras de arte, fotos, filmes, livros e CDs que retomam a vida e obra de Gonzagão, como o músico era conhecido.




Com curadoria de Bené Fonteles, a mostra ainda traz xilogravuras de João Pedro do Juazeiro, José Lourenço, Elias Santos e Arievaldo Viana; fotos de Christian Cravo, Adenor Godim, Gustavo Moura, Vivente Sampaio; e esculturas de Frank Castro, Cícero Arraes, Demóstenes e Salete Diniz.

Embora tenha nascido no sertão de Pernambuco, em 1912, Luiz Gonzaga influenciou o som realizado em todo Brasil. Na Bahia, em particular, lembra Bené Fonteles, “a presença de Luiz Gonzaga é primordial na obra compositiva de artistas como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tom zé e na força das vozes de Gal Costa, Xangai e Maria Bethânia”.

“O Imaginário do Rei” fica em cartaz até o dia 10 de junho, com visitação de terça a domingo, sempre das 10h às 18h.

Obras de arte, fotos, filmes, livros relebram Luiz Gonzaga

em “O Imaginário do Rei”

segunda-feira, 26 de março de 2012

Nildão lança novo livro no Rio Vermelho

O cartunista e designer Nildão promove big festa para lançar "Alegria Passa-e-Fica"", seu décimo quinto livro. Será dia 29 de março, quinta-feira, a partir das 21 horas no Bar Santa Maria, próximo a Dinha, no Rio Vermelho. A animação fica por conta de DJ Roger N' Roll & Dj Rafabela e o ingresso custa 30 reais e dá direito a um exemplar do livro.
O novo trabalho em formato compacto e de capa dura possui uma abordagem inusitada sobre as cidades brasileiras. Já na apresentação o autor nos dá pistas sobre a criação desse novo livro: "descobri o mapa da mina quando avistei as 5.565 cidades brasileiras. Uau! Garimpei nomes, comparei sotaques, avancei fronteiras na busca frenética da cartografia poética do meu eu Interior."
"Alegria Passa-e-Fica" faz um contraponto bem humorado com os nomes de 316 cidades brasileira. A brincadeira já começa no jogo de palavras do titulo da obra: Alegria fica no Rio Grande do Sul e Passa-e-Fica situa-se no Rio Grande do Norte. Sem acrescentar uma palavra sequer e se valendo apenas dos nomes originais das cidades Nildão criou um vasto e instigante mosaico brasileiro.


sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Assis Valente, orgulho para o "Samba"

Santamarense por escolha, José de Assis Valente nasceu na cidade baiana de Pateoba, no dia 19 de março de 1911, pelo menos é o que consta na certidão de casamento. Assis sempre disse que Santo Amaro era sua terra natal. Criado por uma família que o tirou dos pais, viveu em Santo Amaro, passou dificuldades desde criança. Tratado como empregado, mudou-se para a capital baiana onde estudou desenho no Liceu de Artes e Ofícios da Bahia e se especializou em próteses dentárias, área profissional que atuou até o fim da vida. 

Dono de uma sensibilidade aguçada e extremo bom gosto, Assis Valente declamava Castro Alves e Guerra Junqueiro, poetas admirados por ele. No ano de 1927, mudou-se para a cidade “maravilhoso”. No Rio de janeiro conseguiu emprego como protético e juntou dinheiro até consegui o suficiente para publicar alguns de seus desenhos. Predestinado a fazer história na arte, em 1930, incentivado por Heitor do Prazeres, compõe seus sambas, o primeiro deles intitulado "Tem Francesa no Morro", gravado pela cantora Aracy Cortes.  Mas o sucesso explodiu mesmo na voz de Carmem Miranda. Pois desde a primeira vez que Assis assistiu a um show da cantora, não sossegou enquanto não se aproximou e entregou a ela a canção "Good Bye, Boy", um marco na história do compositor e sua parceria com Carmem Miranda que gravou na mesma época "Etc", "Tão Grande, Tão Bobo", "Lulu", "Sapateia no Chão", "Minha Embaixada Chegou", "Recadinho de Papai Noel", "Por Causa de Você, Ioiô", dentre outras que somam um total de 25 músicas na voz de Carmen. 


Nos anos 40, o compositor volta a compor para a cantora, recém chegada dos Estados Unidos ao receber a canção “Brasil Pandeiro”, composta especialmente, disse ao parceiro: "Assis, isso não presta. Você ficou borocoxô." Triste com a maneira que a cantora o tratou, segue e a composição ganha repercussão tardia com regravação de “Anjos do Inferno”. Em 1972, por sugestão do guru João Gilberto, “Brasil Pandeiro” ganha nova interpretação pelo grupo dos “Novos Baianos”, mas já havia partido. 


Em 1941, mesmo ano que se casou com Nadili da Silva Santos, se jogou do corcovado e para alegria do povo brasileiro, tentativa de suicídio não funcionou e sua sobrevivência  lhe rendeu um novo sucesso "Fez Bobagem", mais um samba de sucesso. Nos anos 50, fez “Boneca de Pano”, sua última canção gravada pelo grupo Quatro Ases e Um Coringa. Já não era mais lembrado, caia no ostracismo absoluto. Mesmo assim, em 1956, a cantora Marlene tentou fazer um resgate das canções do compositor com o disco "Marlene Apresenta Sucessos de Assis Valente".Aos 50 anos para tristeza de todos, o plano de tirar a própria vida aconteceu e o povo Brasileiro perdeu um dos maiores compositores deste país envenenado por escolha própria... 

Aurora Miranda, Moreira da Silva, Francisco Alves, Bando da Lua, Elza Cabral, Irmãs Pagãs, Almirante, Mário Reis, Sônia Carvalho, Orlando Silva e Carlos Galhardo também incluíram Valente em seus repertórios. O primeiro cantor a gravar a música natalina "Boas Festas" foi Carlos Galhardo, hoje em dia uma canção popularizada no Brasil, muito conhecida  pelo trecho que diz: "Eu pensei que fosse filho de Papai Noel". Assis Valente chegou a compor um total de 153 músicas, entre elas, clássicos que marcaram e continuam marcando momentos da vida de muitos de nós brasileiros, como "Cai, Cai Balão" e "Camisa Listrada". 

Saiba mais a seguir: 
Homenagem ao centenário de Assis Valente
TV Brasil - 30 de dezembro 22:30h
 Trailer

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

COROA DE OURO DE JHÔ VIRA MOSTRA

Texto de Vlady Alves

Há alguns anos a Hair Designer Afro - Negra Jhô, vem encanto a todo o país com o seu estilo incomum e super fashion pelas ruas de Salvador e pelos quatros cantos do Brasil, além de carregar em seu Orí uma COROA rica em cultura de raízes diversas, mais com um cunho determinante de raízes africanas. A mesma, tem um imenso prazer de presentear a todos nós baianos no mês da Consciência Negra com uma mostra dos seus turbantes estilizados no dia 25 de novembro - Dia Nacional das Baianas, o bacana mesmo, é que ela irá criar quatro turbantes pra lá de super especiais: O turbante Carlinhos Brown em homenagem a sua amizade com a Negra Jhô, e por ser também o aniversariante do mês, o Turbante Afro Jhow em homenagem ao filho/músico que vem se destacando no cenário musical da Bahia, o turbante Mulher Olodum em homenagem as mulheres que fazem da música a sua arte e sobrevivência e o turbante Erykah Badu que aos 7 anos, compôs a primeira canção no piano de seu avô, demonstrando o quanto a família é a base da formação de um ser, e a mesma tem marca registrada em suas canções, influencias do Hip Hop e R&B dos anos 60 e 70, não deixando de ser notada pelo seu estilo pra lá de exótica.

O Coquetel de abertura da Exposição Coroa de Ouro promete causar um maior frisson, até mesmo porque irá reunir nomes pra lá de badalados no cenário baiano. E é claro que você é um de nossos convidados pra lá de especiais.



Fonte: release


Vlady Alves
Assessoria de imprensa
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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

SANTE SCALDAFERRI APRESENTA EXPOSIÇÃO

SANTE SCALDAFERRI APRESENTA EXPOSIÇÃO

HISTÓRICA NO PALACETE DAS ARTES RODIN BAHIA

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No dia 8 de novembro às 19h o Palacete das Artes Rodin Bahia inaugura a exposição POP/Bienais, do artista plástico Sante Scaldaferri, ícone das artes plásticas da Bahia, importante representante do Movimento de Arte Moderna dos Anos 40. A mostra expõe para o público um acervo de 85 telas pintadas pelo artista entre os anos 70 até os dias atuais, dentre as quais, “o Amigo do Homem”, “O Homem do guarda-chuva”; a série “Tentação 1: O Prazer”, “Tentação 2: O Êxito Prestigioso” e “Tentação 3 : O Poder “; “Bacanal” (1966), “Mulheres” e “Ex-Votos em Azul”, “Os Ex-Votos Negros” e “Prisioneiros do Pecado” (2000), “Retrato de Fernando da Rocha Peres” (2002).

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Do acervo do artista fazem parte, também, importantes painéis, entre os quais, “Deus e o Diabo na Terra do Sol” (Cine Glauber Rocha- 1999), “Pomba”- fachada do prédio da ópera Pia e Casa Protetta (Itália- 1996), “Bahia”, na Secretaria da Indústria (BA), “O Brinde”, UFBA-1984, “Sincretismo” (Idab-Bahia), “Réquiem” para os artistas tombados (escultura em cimento na Praça de Calasans Neto, no bairro de Itapuã) e outras centenas de trabalhos magníficos que desde os anos 80 representaram para o artista “uma época de mudança brusca na forma de expressar sua arte na concepção neo-expressionista, que é uma visão mais contemporânea do expressionismo alemão da década de 30”.

A obra de Sante Scaldaferri está presente não somente na Bahia e no Brasil, como também em várias partes do mundo. Atualmente, suas pinturas “Romeiros de Monte Santo” e “Vaqueiro” estão em exposição no Rockfeller Plazza, em Nova York e outros quadros do artista constam no catálogo da famosa casa de leilões Cristie’s, em Nova Yorque.

O conjunto das obras de Sante Scaldaferri que estará exposta no Palacete das Artes é exuberante. Um dos mais importantes e representativos entre os pintores brasileiros contemporâneos, sua pintura é considerada arte erudita sobre raiz popular e reflete o drama e a tragédia do povo da região dos sertões nordestinos do Brasil. Seu universo é o Nordeste brasileiro e desde 1957 usa em sua pintura o “Ex-Voto” como signo-símbolo, numa transfiguração estética. Nos anos 80 os ex-votos de Sante assumem a condição humana para expressarem as fraquezas do caráter, os pecados, as alegrias, tristezas, amores e ódios. Mas, numa forma mais ampla, o interesse maior da pintura desse artista magnífico é o Homem. Murilo Ribeiro, artista plástico e diretor do Palacete das Artes, define assim o trabalho do artista: “a pintura de Sante Scaldaferri é fé, povo e carne viva. É mão na dor e dedo na ferida. Pé descalço, amputado e curado. Assim são os ex-votos, promessas devidas e pagas. Graças alcançadas! É engano, luxúria, ganância em barriga de gordos engravidados; capitais pecados com perdões indevidos. Fartos de tudo e todos os sofrimentos sublimados”.

A exposição POP/ Bienais ficará aberta ao público de terça a domingo das 10h às 18h na Sala de Arte Contemporânea do Palacete das Artes até o dia 06 de janeiro de 2012, possibilitando que o público em geral e as escolas, em especial, conheçam a importância desse artista que através do seu trabalho mergulhou na identidade cultural do nosso povo.

A entrada é gratuita.


SANTE: VIDA E ARTE

Nascido em Salvador, 83 anos, Sante é um artista nato. Pintor, gravador, tapeceiro, ator, formado pela Escola de Belas Artes (UFBA), cenógrafo, assistente de anatomia artística e um dos primeiros na Bahia a trabalhar como professor em Arte/Educação. Fez teatro e cinema, atuando como cenógrafo e ator em filmes de Glauber Rocha e implementou centros de formação artesanal no SESI, SESC, nos Alagados e IPAC - Instituto do Patrimônio Artístico e Cultura do Estado da Bahia.

Sante Scaldaferri tem no seu currículo inúmeros prêmios e incontáveis experiências em mostras individuais e coletivas, participações em Bienais, Salões, Feiras de Arte no Brasil e no exterior. Seus quadros constam do acervo de museus, de colecionadores brasileiros e de diversos países. Segundo o diretor do Instituto do Patrimonio Artístico e Cultural do Estado da Bahia-IPAC, Frederico Mendonça “o artista é representante máximo do grupo de artistas que implantaram o modernismo na Bahia. Desde a década de 1940, Sante Scaldaferri traz em sua trajetória profissional a multiplicidade e a transversalidade hoje superdimensionadas na arte contemporânea. A exposição ‘Pop-bienais’ é uma oportunidade para apreciar a intensidade e singularidade da obra desse artista em sua plenitude e maturidade. Tematizando a partir da profunda e profícua fonte do ‘popular’ e do ‘religioso’, sua obra desvela elementos culturais tão caros aos nordestinos e aos baianos. Possibilita aproximar temáticas patrimoniais pesquisadas pelo IPAC, a exemplo do Ofício dos Vaqueiros, reconhecido patrimônio intangível da Bahia e dos estudos sobre os Penitentes de Juazeiro, dentre outras ações que sinalizam a ampliação da política da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, para reconhecimento da diversidade cultural de nossa terra”.

O secretário de Cultura do Estado da Bahia, Albino Rubim, destacou a arte de Sante como uma manifestação importante em que o popular e o religioso se encontram na obra desse baiano, um dos principais e mais conhecidos artistas plásticos da Bahia, cujo trabalho desponta no cenário das artes junto com a segunda geração de artistas baianos modernos, num momento especialmente vigoroso da cultura baiana, no final da década de 50. Desde então, Sante Scaldaferri vem consolidando uma carreira marcada pela aproximação e valorização da identidade cultural brasileira, a qual sua obra foi sempre dedicada. Segundo o secretário Albino, “expor o seu trabalho no Palacete das Artes Rodin Bahia, através da exposição Pop-Bienais, é dar espaço e visibilidade a um artista que, desde muito cedo, influenciado pelas aulas de Helio Simões, na disciplina ‘Estudos Brasileiros’, na Universidade Federal da Bahia, e principalmente pela convivência com a arquiteta italiana Lina Bo Bardi, vem retratando a cultura popular, a arte e o artesanato do Nordeste, numa obra em que estão fortemente presentes a tradição religiosa e a fé. Sante foi assistente artístico de Lina entre 1958 a 1964, coordenando e lecionando cursos de artes para crianças no MAM, fundado por ela neste mesmo período. Para ambos, a arte e o artesanato nordestinos formam a identidade cultural do povo do Bahia e de outros estados no Nordeste”.



SERVIÇO

O que: Exposição POP/Bienais do artista Sante Scaldaferri

Onde: Palacete das Artes Rodin Bahia, Rua da Graça, 284, Salvador.

Quando: de 8 de novembro de 2011 a 6 de janeiro de 2012 das 10h às 18h (exceto às segundas-feiras)

Realização: Palacete das Artes Rodin Bahia, DIMUS/IPAC e Secult/BA


Susana Serravalle

Assessoria de Imprensa do Palacete das Artes Rodin Bahia

(71) 3117-6997 / 3117-6993 / 8888-5038